Percebe-se que após a visita do Papa ao Brasil, a religião voltou a ser um ponto para exposição de ideias. O termo fundamentalismo ressurge, e, historicamente, pode significar qualquer posição de defesa de um conceito, ideologia ou doutrina... de ordem religiosa ou de outro tipo, de forma absolutamente radicalizada sem qualquer análise isenta ou critica.
A verdade da afirmação que “religião não se discute”, esta no fato que cada um tem a livre opção de acreditar na crença que lhe satisfaz. E, graças ainda, o Estado é laico, com separação entre Igreja e Estado.
É preciso... é necessário aceitar o pressuposto que cada um pode crer no que quiser. Simples! As coisas complicam quando se tenta delinear as fronteiras da expressão das crenças individuais em nível institucional.
Para fé, não importa o fato de existir um crucifixo no Congresso Nacional. Tudo bem. A reunião de milhões de jovens na visita do Papa faz parte de uma tradição, de um costume, de um País que nasceu no berço do Cristianismo e que agora democraticamente esta aprendendo a viver com a diversidade.
Outrora, o crescimento do número de Evangélicos tão divulgado em algumas mídias, vem simbolizar a diferença destas crenças. A fé sempre será inabalável, porque o Deus é único.
Fala-se em uma tolerância religiosa disfarçada, que é responsável pela alienação das mentes e pela exploração econômica em benefício de falsos profetas.
A intolerância fecha os caminhos da compreensão, ao mesmo tempo em que os da sensibilidade, minando a cultura da paz.
Querer impor uma religião à força é um ato tão condenável quanto o daqueles que desdenham da religiosidade alheia.
O mundo é plural, há de ter liberdade religiosa com o pensamento que todos são irmãos.
A verdade da afirmação que “religião não se discute”, esta no fato que cada um tem a livre opção de acreditar na crença que lhe satisfaz. E, graças ainda, o Estado é laico, com separação entre Igreja e Estado.
É preciso... é necessário aceitar o pressuposto que cada um pode crer no que quiser. Simples! As coisas complicam quando se tenta delinear as fronteiras da expressão das crenças individuais em nível institucional.
Para fé, não importa o fato de existir um crucifixo no Congresso Nacional. Tudo bem. A reunião de milhões de jovens na visita do Papa faz parte de uma tradição, de um costume, de um País que nasceu no berço do Cristianismo e que agora democraticamente esta aprendendo a viver com a diversidade.
Outrora, o crescimento do número de Evangélicos tão divulgado em algumas mídias, vem simbolizar a diferença destas crenças. A fé sempre será inabalável, porque o Deus é único.
Fala-se em uma tolerância religiosa disfarçada, que é responsável pela alienação das mentes e pela exploração econômica em benefício de falsos profetas.
A intolerância fecha os caminhos da compreensão, ao mesmo tempo em que os da sensibilidade, minando a cultura da paz.
Querer impor uma religião à força é um ato tão condenável quanto o daqueles que desdenham da religiosidade alheia.
O mundo é plural, há de ter liberdade religiosa com o pensamento que todos são irmãos.

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